quarta-feira, 30 de março de 2016

Como sair do vim



Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

www.dicas-l.com.br

Existe uma infinidade de piadas sobre como sair do editor de textos vim. Algumas delas:
  1. Como gerar uma cadeia aleatória de caracteres? Coloque um estudante do primeiro ano de cienência da computação na frente do vim e lhe diga para sair.
  2. Descobri uma maneira infalível de ficar rico. Vou publicar um livro chamado "Editores de Texto Populares do Unix e Como Sair Deles".
  3. Vim é o meu editor de textos favorito. Eu o tenho usado por anos ... mas eu não consigo descobrir como sair dele.
Infelizmente, se você digitar <CTRL-C> no modo de edição do vim, o editor informa como sair:
Para não perder a dica, podemos sair do vim de várias formas:
Pressione a tecla <ESC> e em seguida digite:
:qsai do vim
:q!sai do vim sem salvar
:wqgrava as alterações realizas e sai
:xgrava as alterações e sai
:qapara sair de todas as edições em curso

terça-feira, 29 de março de 2016

Você já está demitido e não sabe.



Artigo original, publicado no Unplanned 

André Foresti
Group Planning Director at F/Nazca Saatchi & Saatchi

Não. E não é culpa da crise, até por que elas vem e vão. Existe uma coisa chamada crescimento exponencial, e isso faz o mundo andar cada vez mais rápido. Do crescimento da população ao desenvolvimento de novas tecnologias, velocidade de obsolescência das coisas e grandes mudanças culturais.

Um ser humano inventou o Uber e destruiu o esquema do taxi. Outro, o Whatsapp e matou o sms, telefone e a porra toda. O smartphone transformou operadoras de telefonia (existe?) em distribuidoras de banda. Você paga sua tv a cabo e nem assiste. E mais mil exemplos desses. E assim caminha, rapidamente, a humanidade.

E aí vem a pergunta:  Por que caralhos esse treco não há de pegar a nossa indústria?
Se quiser se basear na fé, talvez encontre um pensamento mágico que nos salve. Dirão os céticos: “sempre existem os cavaleiros do apocalipse, que diziam que tal coisa ia morrer, e tal coisa ia matar tal coisa”. De fato, não necessariamente uma coisa mata a outra. Mas sim, uma coisa mata a outra se essa outra não olhar pra dentro e se reinventar. Deixando de lado a fé, vamos voltar aos fatos. – Quanto vale a marca Uber? Como ela se fez? Quanto de comunicação investiu? Qual o jeito de fazer e quanto tempo levou? O mundo todo conhece o Uber tanto quanto grandes marcas globais.

– E os estudantes de cinema de Berlim que fizeram um filme (Que filme!) para a Johnnie Walker. Visto pelo planeta. Aplaudido pelo planeta.

– A Netflix com faturamento gigantesco ameaça o negócio da TV. A queda de audiência de quem ainda protege o modelo de negócios no Brasil. Os bureaus de mídia pelo mundo e o jeito como a própria disciplina tem se reinventado, com aprofundamento de ROI e mensuração, mídia programática, customização de canais, etc.

– Indústria automotiva em pânico (e excitação) com os carros que andam sozinhos. Os Ubers que andam sozinhos. Os drones que levam pessoas pelos céus. Os drones Uber que farão a humanidade chegar no De Volta para o Futuro. O Google é concorrente e/ou parceiro de todo mundo. Até de você. Indústria alimentícia repensando tudo. Bancos, Imóveis, Escolas, Supermercados.

– A morte de todos os tipos de agentes, que não faziam nada mais que ser agentes. Corretores de imóveis, agências de turismo, operadora de hotéis, cartões de crédito tradicionais, cooperativa de táxi. Fim dos intermediários que não tem um valor além de, simplesmente, intermediar.

– Falência moral e/ou financeira das instituições duras: Fifa, governos e classe política, Sindicatos, Grupos disso ou daquilo. O Vaticano, por exemplo, tenta desesperadamente com o Papa Francisco se conectar a outros tempos, outros valores, sobreviver. – Os Youtubers e influencers com mais reputação, audiência e moral que os velhos atores de sempre, da novela de sempre. Qualquer um pode ser a nova sensação do último minuto da próxima semana. Blogs de alguns clubes de futebol fazem trabalho muito mais sério e relevante que muitos (falsos) jornalistas mumificados nas arcaicas editorias com interesses comerciais. Vemos hoje tentativas da TV de incorporar linguagens de internet (Adnet é um bom exemplo). Antes tinha um papo de “isso é coisa pra internet”. Acabou. Ninguém entra mais na internet. A vida é uma internet.

E diante de toda essa loucura, a primeira tentativa é a mais banal: protecionismo. CBF peitando a Primeira Liga com ameacinha coronelista, boba, colegial. TV’s tentando apavorar a Netflix. Processos contra o Whatsapp. Taxistas enfiando porrada no motorista do Uber. Em vão. É tipo o velho casamento, que só se mantinha por causa de um papel. Separar era feio, e isso protegia a instituição casamento (e nos bastidores todo mundo fazia de tudo). Protecionismo é coisa do século velho. O negócio é: Entenda a mudança e, como diz a Dori pro Nemo, o peixe: “Continue a Nadar”.

Perdemos, playboy.

O seu jeito de fazer não funciona mais. O que você faz será feito de outro jeito. A proposta de valor da sua empresa não será a mesma. A ferramenta não será a mesma. A estrutura da empresa ou necessidade dos clientes não será a mesma. O velho planejamento e o planejar não funcionam mais. Que venha o novo Unplanned.
Mas cá entre nós, que tesão viver nesse mundo, não?

Nunca foi tão fácil aprender. Nunca foi tão acessível se conectar com gente que pode ajudar. Nunca foi tão interessante mensurar Nunca foi permitido errar como se pode errar e corrigir hoje. Nunca foi tão convidativo e rápido mudar, rever, construir.

Enfim. A mudança é forte e rápida.

De alguma maneira, ela irá chegar até você.

E por isso você já está demitido.

Demitido do seu velho você. Do que ele fazia, pensava e agia.

E, na minha opinião, esse é o primeiro passo para que alguma transformação aconteça. Precisamos profissionais pra transformar, por exemplo, as agências. Dar uma nova perspectiva, sustentabilidade e relevância na vida das (novas) companhias. Resgatar o respeito, o papel, a estratégia, o espaço, o talento, a motivação. Vamos assistir todo mundo querendo ir trabalhar em qualquer outra coisa? A fonte secar? Saber que estamos ameaçados pode ser um combustível pra nos fazer acordar mais cedo, prototipar coisas, tentar o que ninguém tentou. Inverter ou subverter a lógica. Cruzar agência de propaganda, lab de inovação, startup, academia, engenharia, tudo! Chamar a responsa.

O Unplanned também foi demitido. Por nós mesmos: Eu e Carlos. Percebemos e repensamos. Ganhamos uma nova vida.  Muito mais legal, inspiradora, e em busca de ter maior relevância.

Uma vida que quer se plugar num mundo mais flexível, inspirador, democrático, orgânico e de possibilidades infinitas. Sem a demissão, nada aconteceria.

Mês que vem, o nosso projeto vai pro ar. Pra inspirar a gente a repensar a gente. Se desplanejar, como diz o nosso posicionamento. Afinal, esse mundo dá, ao mesmo tempo, medo e tesão.

A questão é: Você vai abraçar sua demissão virtual e começar a tentar mudar? Ajudar sua empresa nisso? Caminhar, evoluir? O resto é fé. E choro.

André Foresti é fundador do Unplanned, Diretor de Grupo de Planejamento na F/Nazca S&S e professor da Miami Ad School

sábado, 26 de março de 2016

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Macro para gerar barra de progresso no LibreOffice IMpress


www.dicas-l.com.br

Colaboração: Leonardo Barichello

Esses dias me peguei querendo fazer uma barra de progresso em uma apresentação de slides ao invés de usar o clássico (número do slide)/(total de slides).
Algumas buscas na internet depois, encontrei uma macro que prometia fazer o trabalho. Depois de ler o código-fonte, fiz alguns acréscimos e agora a macro tem uma janela de diálogo para configuração de características básicas, como cor da barra e posição.
O código está disponível em: https://github.com/dasaki/Impress-Progress-Bar
Depois de baixar o zip e descompactar o conteúdo, abra o
LibreOffice ➛ menu Ferramentas ➛ Macros ➛ Organizar macros ➛ LibreOffice Basic ➛ Organizador ➛ Libraries ➛ Importar
e selecione um dos arquivos visíveis na pasta onde você descompactou.
Quando a apresentação estiver finalizada, vá no menu
Ferramentas ➛ Macros ➛ Executar Macro
encontre a opção ProgressBar e clique em Executar. A macro criará retângulos na base ou topo de cada slide com tamanho proporcional a porcentagem da apresentação já decorrida. Você pode editar esses retângulos como preferir após rodar a macro.

Instalação de drivers AMD/ATI no Debian e derivados

Colaboração: Alexandre Pina
www.dicas-l.com.br

Olá pessoal, achei uma dica interessante explicando como instalar os drivers da AMD/ATI de uma forma bem rápida e prática.
Tenho uma R7 260x e vi muita gente com o problema para instalar os drivers, inclusive baixando do próprio site da AMD.
Deixarei abaixo o link original e resumirei o processo (resumir o resumido).
  1. Adicione a seguinte linha ao sources.list:
      # deb http://http.debian.net/debian/ jessie main contrib non-free
    
  2. Atualize a lista de pacotes:
      # apt-get update
    
  3. Instale os drivers non-free:
      # apt-get install firmware-linux-nonfree libgl1-mesa-dri xserver-xorg-video-ati
    
  4. Reinicie a máquina e seja FELIZ!
Caso tenha algum problema, no link original tem uma alternativa, eu particularmente não precisei fazer nada além dos procedimentos acima

segunda-feira, 14 de março de 2016

Kaku - mais um aplicativo para acesso às músicas do youtube


Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

www.dicas-l.com.br


O problema com aplicativos que acessam o youtube é que de tempos em tempos o Youtube modifica a forma como seus vídeos podem ser acessados e os programas, caso não sejam mantidos ativamente, param de funcionar.
O software atraci, divulgado na dica de ontem, não está conseguindo mais carregar os arquivos.
O leitor Felipe Parente relatou também que a versão para Windows do Atraci tem indicação de conter vírus ou malware por 10 dos 55 softwares utilizados para análise no www.virustotal.com. Por todas estas razões, a dica sobre o Atraci foi removida do site e peço desculpas aos leitores pelo erro. Muito obrigado a todos que apontaram as falhas deste software.
Felizmente, como apontado pelo Regivaldo Costa em seu comentário no site, foi criado um fork do atraci chamado Kaku. O visual é bem semelhante ao do atraci e a forma de usar é praticamente a mesma.
Clique para ver a imagem ampliada
Crédito da Imagem: Kaku.rocks
O aplicativo está disponível para as plataformas Windows, Mac e GNU/Linux e lhe fornece acesso a mais de 60 milhões de músicas. Além de ouvir as músicas, você pode também assistir aos vídeos, como pode ser visto na janela no canto inferior esquerdo da tela do Kaku. Para ver em tela cheia, basta clicar no ícone que fica no canto inferior direito da tela de visualização do vídeo.

Downloads

Estes links foram verificados quando da data de publicação desta dica. Caso algum dos links não esteja funcionando, consulte a página de downloads do Kaku.
E como dizem no website, "Music is life".

sexta-feira, 11 de março de 2016

O PODER DE UM CRACHÁ !



Um oficial do DEA (Drug Enforcement Administration) vai a uma fazenda, no Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro:

"Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!"
O fazendeiro diz: "Ok, mas não vá naquele campo ali." E aponta para uma certa área.
O oficial  p' da vida diz indignado: " O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?" e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:"Este crachá me dá a  autoridade de ir onde quero....e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta.  Está claro?  me fiz entender?”
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo  para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
"Seu Crachá!  MOSTRA O SEU CRACHÁ!"