quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Convertendo vídeos para x264 (divx nunca mais)


Colaboração: Giovane Moura
Data de Publicação: 18 de November de 2008

Fonte www.dicas-l.com.br

Sempre tive problemas para conversão de vídeos feitos com minha câmera compacta (Canon Ixus 82) para o formato xvid. O processo de conversão no mencoder é de certa forma complexo e no final nunca eu atingia um resultados satisfatório (em termos de qualidade do vídeo e tamanho do arquivo).
Recentemente vi um trailer em HDTV que utilizava o formato h264 [1]. Qualidade excelente e um tamanho relativamente pequeno. Decidi testar este formato no Linux e ver os resultados (disponível através do codec x264[2]). Melhor impossível! A conversão é muito simples, porém um pouco demorada. Eis um exemplo de um vídeo que converti:
  • Tamanho vídeo avi raw (original): 56M
  • Tamanho vídeo convertido x264: 4.8M
  • Qualidade: praticamente a mesma.
Para converter um vídeo para x264, execute o comando:
  ffmpeg -i mvi_0278.avi -vcodec libx264 -b 2000 -acodec libmp3lame out.mp4

Se você tiver erros ao executar este comando, provavelmente será devido a falta do ffmpeg, do libmp3lame ou do x264. Instale-os de acordo com sua distro e então funcionará. Utilizo No Slackware 12 tive de aplicar um patch para funcionar -- a descrição do procedimento vai no final desta dica.
Fiz ainda um script para conversão automática de todos os vídeos em um diretório.
Ai vai:
  #!/bin/sh
  #início do script de conversão
  
  #número de arquivos
  N_FILES=$( ls *.avi  |wc|awk '{print $1}')
  
  #arquivos de entrada
  ls *.avi > list.txt
  
  for ((  i = 1 ;  i <= $N_FILES ; i++  ))
  do
  
  CURRENT_VID=$( cat list.txt |awk '{print $1}' |head -n $i|tail -n 1)
  
  ffmpeg -i $CURRENT_VID -vcodec libx264 -b 2000 -acodec libmp3lame $CURRENT_VID.mp4
  done
  #fim do script

Configurando x264+ffmpeg no Slackware 12

  • Download do x264 - http://www.videolan.org/developers/x264.html
      ./configure --enable-shared,make, make install
    
  • Download do ffmpeg
      svn checkout svn://svn.mplayerhq.hu/ffmpeg/trunk ffmpeg
    
  • Download do patch
      wget http://lists.mplayerhq.hu/pipermail/ffmpeg-devel/attachments/20080915/f69a09a0/attachment.patch
    
  • Aplicação do patch
      patch -p0 < attachment.patch
    
  • Configure -
      ./configure --enable-libmp3lame --enable-libtheora --enable-libvorbis --enable-libx264 --enable-libxvid --enable-gpl
      make & make install

Como recuperar celular android brickado em 5 minutos!


Bom pessoal, seguindo o passo a passo do vídeo você vai realmente recuperar seu celular android em poucos minutos!

Publicado em 29 de mar de 2014

Fonte https://www.youtube.com/watch?v=Su_p0QtpnRM







Seu Linux pode ser infectado por malware, trojans, worms e web scripts

Fonte:  http://www.linuxmagazine.com.br/



É possível que o Linux seja infectado com vírus? Provavelmente, você já ouviu a respeito em alguns debates. Mas este artigo de Mohd Sohail apresenta alguns fatos que você precisa saber para entender melhor como a segurança no Linux e quais coisas podem danificar um sistema Linux. Descubra como é possível o Linux ser infectado demais e quais são as probabilidades de você estar atualmente com um Linux infectado em execução no seu computador.

Introdução

Primeiro de tudo antes de continuar o assunto, Mohd adverte que usa Linux há anos e nunca encontrou qualquer vírus ou efeito de vírus em qualquer um dos seus sistemas Linux:

“Já houve debates sobre se o Linux é ou não livre de vírus. Estou no ambiente Linux há anos e ouço um número infinito de usuários do Windows aceitando a premissa de que o  "Linux está livre de vírus". Muitos desses usuários Windows migraram para Linux virou, e na verdade eu mesmo sou um deles. Embora eu use o Windows para fins tutoriais várias vezes em um mês, pela regularidade no uso, me considero usuário Linux.”

O Linux livre de vírus é um mito?

Não seria correto responder Sim ou Não. A questão suscita grandes debates que eu não quero criar aqui. Mas vou respondê-la afirmando que o Linux é um dos sistemas operacionais mais seguros disponíveis quando nós só falamos em "sistema único" e deixamos tudo o mais que acontece dentro desse sistema. Por exemplo, a execução de aplicativos vulneráveis de terceiros no Linux, erros e usuários etc. Acontece muitas vezes quando o usuário está executando um aplicativo desatualizado. Executar um aplicativo desatualizado fazer com que o usuário seja enganado por qualquer invasor do sistema. Quando a versão mais recente de qualquer aplicativo é liberada, os desenvolvedores ou empresa responsável informam tudo o que há de novo na versão mais recente, incluindo correções de bugs e de falhas de segurança. Invasores tiram proveito dessas informações e encontram as pessoas que ainda estão usando um aplicativo desatualizado e vulnerável. Os invasores sabem exatamente quais vulnerabilidades precisam para atingir o alvo e como fazê-lo.

Embora o sistema Linux seja muito poderoso e desenvolvedores Linux forneçam atualizações frequentes para os usuários, esses aplicativos de terceiros podem não ser tão bons em segurança como o são os desenvolvedores Linux. Portanto, a resposta é muito clara de como o Linux pode ser livre de vírus e como pode cair na cilada.

Existem vírus para Linux?

Todo mundo que executa o Windows ou até mesmo quem não executa, sabe muito bem que existem vírus para Windows. Na verdade, existem muitos vírus para Windows. Mas, e para o Linux? Existem vírus para Linux? A resposta é SIM. Existem vírus, trojans, worms e outros tipos de malware que afetam o sistema operacional Linux, mas não muitos. Muito poucos são os vírus para Linux e a maioria não possui periculosidade suficiente como vírus semelhantes ao Windows que podem causar a desgraça na sua máquina. Embora o kernel Linux resida na memória e no modo somente leitura, a gravidade do vírus depende das permissões com as quais o malware foi executado. Por exemplo: se o malware ou o trojan for executado sem permissão root, então eles podem causar uma “infecção” temporária, mas se um malware ou trojan for executado com o acesso root, então ele poderá infectar o sistema inteiro.

Infecção por uma máquina Windows

O fato do Linux não possuir muitos vírus disponíveis torna os usuários do Linux mais seguros, mas não assegurados. Existem muitas outras formas nas quais o Linux pode ser também infectado e uma das principais razões disso é o Windows. A maioria dos usuários, seja usando o servidor Linux ou o desktop, são conectados a um computador com Windows em uma rede local para compartilhar documentos, arquivos e outras coisas. É muito possível que o usuário Linux aceite nesse momento um arquivo que é um vírus e que seja capaz de executar no Linux também. Existem vírus que podem executar no Windows E no Linux. Assim, os usuários precisam tomar um cuidado extra ao receberem arquivos de uma máquina Windows.



Download de aplicativos de fontes não autorizadas

Outra forma muito poderosa de infectar o Linux é fornecendo ao usuário um app com alguns recursos interessantes. O usuário baixa então o aplicativo e continua usando sem saber que o aplicativo está enviando suas informações para o invasor que codificou o aplicativo. É por isso que é sempre recomendável fazer o download/instalação de aplicativos a partir dos locais autenticados na web. Conversei com alguns desenvolvedores do Ubuntu e eles sempre sugerem a utilização de um software center, tanto quanto possível. Apesar de eu ter usado outros recursos, todos eram seguros e confiáveis. (Se você quer qualquer aplicativo que não encontra no software center, deixe seu contato em nosso formulário de contato e nós forneceremos todas as informações sobre ele).


Erros de usuários

Erros cometidos pelos usuários pode ser o mais fatal para um sistema Linux, já que próprio usuário fornece acesso root a um malware. Isso acontece quando um aplicativo não autenticado é instalado no sistema e o aplicativo possui algumas características básicas que o usuário gosta. Enquanto o usuário estava instalando este aplicativo malicioso foi pedido para que fornecesse acesso root, e o usuário assim o fez. Agora, o aplicativo potencializa sua face mais perigosa e infecta todo o sistema Linux. A execução de um programa malicioso sem acesso root pode ser perigosa, mas não vai ser permanente. A boa notícia é que, após a reinicialização, o sistema pode ser recuperado a partir dos efeitos que foram causados pelo vírus.

Precauções a serem adotadas por um sistema Linux mais seguro

Todos os riscos de segurança acima mencionados são possíveis. Então, por que não tomar precauções a fim de evitá-los? Aqui estão algumas precauções que, se forem adotadas, fornecerão segurança extra e seu poderoso sistema Linux mais não será infectado.


1. Não seja negligente

Todos os riscos de segurança acima mencionados são raros e ocorrem apenas quando o usuário é descuidado. Assim, se o usuário Linux é novo na brincadeira ou um veterano no sistema, a primeira precaução é: "Não seja negligente". Ser descuidado pode causar danos graves ao seu sistema. Verifique duas vezes antes de receber qualquer arquivo do sistema Windows, não instale o software a partir do site malicioso que promete crackear o programa ou qualquer dessas promessas ilegais. Instale o software a partir do software center fornecido e repositórios. Se você precisar de qualquer aplicativo que não está disponível nos repositórios do sistema padrão, então saiba que há muitos recursos confiáveis de onde você pode baixar os aplicativos.

2. Scanners de antivírus

Um dos temas mais debatidos é se o Linux precisa de um antivírus ou não. Vou mencionar alguns dos fatos e, com base nesses fatos, você pode decidir instalar ou não instalar um antivírus no seu sistema Linux. Vamos em frente e veja alguns fundamentos do antivírus.

Em termos simples, um antivírus é um conjunto de ferramentas que varre o dispositivo em busca de programas maliciosos, vírus, trojans e centenas de outros tipos de ameaças que podem danificar seu sistema e, em seguida, elimina todos essas ameaças. Empresas de antivírus trabalham duro para codificar as definições de vírus mais recentes. Todas essas novas definições podem reconhecer os vírus mais recentes e avançados e excluí-los do sistema o mais rápido possível. Agora uma coisa a ser notada aqui é: por que um sistema Linux poderia exigir um antivírus?


Porque o Linux requer um antivírus

Um usuário precisa decidir se precisa de qualquer antivírus ou não sem entrar em muitos debates. Em primeiro lugar, não há muitos vírus para o sistema operacional Linux, por isso é muito raro que o sistema do usuário seja infectado com um vírus "tipo Linux". E, em segundo lugar, há centenas e milhares de vírus para Windows. Quem usa apenas sistema Linux pode não precisar de qualquer antivírus, mas, se tiver arquivos do Windows no Linux então há maiores chances de ser infectado com os vírus, se eles forem capazes de executar no Linux também. Mesmo que os vírus não sejam executáveis no Linux, eles ficarão ali aguardando por um sistema Windows para executar seus programas maliciosos.

O mais recente estudo da Kaspersky, do primeiro trimestre de 2015, mostra como o sistema Linux tem sido usado para DDoS.

Você pode decidir usar um scanner antivírus (não a suite completa) para escanear os vírus contidos nos arquivos do Windows. O scanner antivírus irá verificar todos os arquivos e descobrir quais vírus ou ameaças podem ser removidos manualmente através do terminal. Mas o leitor evidentemente é livre para instalar uma suite completa e se proteger dos vírus do Windows. Abaixo estão dois dos programas antivírus populares que você pode usar gratuitamente:

Clam AV
Comodo Antivirus for Linux

Outros antivírus populares também oferecem scanners gratuitos para Linux.

Conclusão

Muitas pessoas podem interpretar o contexto de forma errada e instalar qualquer antivírus para Linux, mas aqui há uma coisa importante a ser compreendida. Há com certeza poucos vírus para Linux e a maioria deles não são de alta qualidade ou periculosidade destrutiva. Mas ainda existem vírus no Windows que podem se espalhar através pelo sistema se executável no Linux. Mesmo que os vírus não possam executar no Linux , eles irão se espalhar tão logo um usuário Linux transferir dados para um sistema Windows. Então, para encontrar as ameaças e excluí-las, usuários Linux podem instalar um scanner de antivírus. Aqueles que não armazenam arquivos do Windows ou não se conectam com máquinas Windows podem pular a instalação do scanner antivírus, mas ainda assim precisam ter cuidado.



Fonte: Linux and Ubuntu

Recuperando / corrigindo erros em partição / (raiz) em LVM

     


Publicado por Gabriel Fernandes em 11/05/2007

Blog: http://cd2.com.br

Fonte www.vivaolinux.com.br


A solução da empresa em que presto serviços utiliza o Fedora Core 5 como padrão de instalação quando o hardware possui disco rígido do tipo SATA, portanto cada vez mais aumenta o parque de instalações desta distro e em consequência os problemas relacionados à ela, por isto resolvi escrever esta dica. 
O padrão da instalação do Fedora Core 5, configura a partição "/" (raiz) em um volume lógico (LVM), o que não é muito interessante, pois qualquer problema que venha a acontecer, o seu sistema pode não iniciar mais. 
Todos os comandos executados foram a partir do disco 1/5 da instalação do Fedora Core 5, com a opção de boot "linux rescue", a distribuição instalada também era uma Fedora Core 5 e o hardware era um Dell Optiplex 210L. 

Sintoma:
Não inicia, trava no boot ao tentar montar os volumes LVM.

Causa:
Possível problema em arquivos essenciais para o boot.

Solução:
Passar o File System Check (e2fsck).

Como executar a solução: 

Iniciaremos com o disco de emergência da distribuição ou o primeiro disco de instalação da distribuição, iniciando com a opção de boot: 

linux rescue 

OBS.: A opção pode variar conforme a distribuição. 

Se estivermos usando um disco de emergência ou o primeiro disco da distribuição e se a mesma solicitar para localizar a instalação existente no hd, responda não (SKIP, PULAR, ...), pois se a unidade LVM está travando no boot, provavelmente irá travar aqui também. 

Abriremos um shell de comandos e executaremos um "scan" para atualizar a tabela de partições LVM: 

$ lvm vgscan -v 

Executaremos o comando para ativarmos o(s) grupo(s) de volume(s): 

$ lvm vgchange -a y -v VolGroup00 

OBS: O nome do grupo de volume pode variar conforme a instalação. 

Depois devemos ativar o(s) volume(s) lógico(s): 

$ lvm lvchange -a y -v /dev/VolGroup00/LogVol00 

OBS: O nome do volume pode variar conforme a instalação. 

Finalmente vamos fazer a checagem por erros e correção dos mesmos: 

$ e2fsck -f /dev/VolGroup00/LogVol00 

Depois de corrigido todos os erros, vamos reiniciar o computador normalmente. 

Boa sorte!!! 
Dúvidas estou a disposição. 
Gabriel Fernandes 


Eliminando BloatWare e SystemApps do Android [Root]

                             


Colaboração: Thiago Mendonça
Data de Publicação: 23 de dezembro de 2015
Fonte http://www.dicas-l.com.br/

Muita gente hoje em dia tem um smartphone com Android, não é mesmo? Afinal, o sistema operacional desenvolvido pela Google tomou conta de mais da metade da fatia de aparelhos inteligentes para consumidor final que temos hoje em dia, principalmente por se mostrar mais versátil que a concorrente da maçã mordida e a outra concorrente das janelas fechadas.
O que pouca gente se dá conta é que muitos aparelhos high end ou mid range como um Galaxy S5 ou um Moto G da vida (high e mid respectivamente) apesar de embarcarem um hardware bem poderoso (processadores Quad/Dual Cores, 2/1Gb de RAM, 32/16Gb de armazenamento interno e expansiveis até 128Gb via cartão SD e mesmo assim os aparelhos continuam engasgando e se comportando de forma inapropriada, ativando GPS, microfones, pesquisas e atualizando componentes sem você solicitar. E isso tem um motivo bem simples. A quantidade de software privativo incluido pela Google, pelas fabricantes e pelas operadoras é enorme. E pior ainda, a quantidade de software privativo que instalamos nesses aparelhos é igualmente proporcional.
Isso por si só é um problema gigante, mas os apps que instalamos, podemos desinstalar. E os bloatwares que embarcam os aparelhos?
Embora algumas empresas digam que usar um aparelho com root e/ou custom ROMs seja um problema grave de segurança (afinal, dar poder e controle ao usuário é um problema muito grande de segurança para algumas empresas não é mesmo?) o procedimento é necessário para o breve tutorial que irei passar para os senhores. Ou seja, caso seu smartphone com Android NÃO tenha acesso ROOT habilitado, o app que indicarei não irá funcionar. Caso você queira realizar o processo de liberação de acesso ROOT a seu aparelho, faça por sua conta. Aliás, qualquer processo descrito abaixo não leva minha garantia de funcionar, mexer com os aplicativos base de qualquer sistema operacional, mobile ou não, deve ser feito com EXTREMO cuidado.
Disclaimer feito e assumindo que você tenha acesso root e busybox disponiveis no seu aparelho, vamos aos passos.
O app que estou indicando aqui se chama "/system/app mover" e o mesmo se encontra disponivel no repositório do F-Droid (app store Android que só distribui Software Livre) e o link direto (para download do apk ou você buscar dentro do app) é esse aqui:
Instalar o F-Droid é opcional, já que ele disponibiliza o apk pra ti ali mesmo, porém, dica de amigo? Ocupa menos de 2mb no seu armazenamento e só te entrega software que te respeita enquanto usuário, HOW AWESOME IS THAT?
Ok... Você instalou o app, você tem root e tem busybox.
Update.: Como citado pelo amigo Anahuac, é bom realizar o backup da sua instalação atual do Android. Eu sou louco de pedra e não faço isso, mas todo custom recovery que usamos para ganhar acesso root ao aparelho vem com uma ferramenta de backup embutida. Não deixe de usa-la, caso dê problemas, você tem onde voltar atrás.
Quando você abrir o app, você vai receber uma tela parecida com essa:
Vocês podem ver que eu tenho ali tanto o acesso root quanto o busybox habilitado, agora vamos a mágica desse programa, vamos marcar Show System Apps, e teremos algo como:
E após dar o ok, eu seleciono o Google Play, app que normalmente nem é listado para desinstalação, e sou recebido com essa mensagem:
Apertando o ok, o programa irá converter o Google Play para um app normal e irá pedir para reiniciar o aparelho, assim:
Você pode fazer isso literalmente com qualquer programa do sistema, MUITO CUIDADO COM ISSO. Se, por exemplo, você desinstalar o Instalador de pacotes (listado na imagem acima), basicamente você não irá mais instalar nada no seu celular. Existe um pacote chamado Sistema Android... apague-o e... peso para papel... (caso você não saiba como corrigir a treta, aka: voltar ao backup citado alí em cima).
Após reiniciar o aparelho (a primeira vez que usei o programa o celular demorou mais de 5 minutos para reiniciar, então, espere), o Android irá passar a listar o programa selecionado como app normal e pelo gestor de apps você pode desinstala-lo, como nas duas imagens abaixo:
É só apertar o desinstalar e pronto. E você pode basicamente fazer isso com qualquer sangue suga de processamento instalado pelos outros que quiser.
Minha recomendação para você? DESINSTALE O GOOGLE PLAY SERVICES. Ele é o gestor base de todos os apps google do seu celular. Ele gerencia seu GPS, ele gerencia os conectores GMail, ele autentica suas contas google. Ele habilita o Google Now que habilita seu microfone e te escuta o tempo todo. E, se você não usa nada disso, basicamente você só esta dando permissão para a Google continuar te espionando e comendo seu processamento... é bom mudar como o jogo funciona de vez em quando.
O tutorial é básico. Tenha o root, instale o app, selecione o que quer tirar, execute o app, reinicie o celular, desinstale o lixo.
Espero que alguém ache esse tutorial útil, eu achei, me ajudou e achei que seria do interesse de alguém compartilhar por aqui.
Até a próxima. Fiquem na paz, tudo de melhor sempre.
As always...
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