domingo, 26 de junho de 2016

Você gosta dos jogos de GameCub



Colaboração: Diego Boot

Data de Publicação: 23 de junho de 2016


Fonte: www.dicas-l.com.br

Você gosta dos jogos de GameCube? E do Nintendo Wii? Se você é fã desses videogames e quer ter os jogos no seu computador, o Dolphin é a melhor alternativa. Ele é um emulador feito para rodas os games desses dois consoles. E se você nunca jogou, essa é a oportunidade de conhecer as duas últimas gerações de videogames da Nintendo.

Uma das grandes vantagens de se usar o Dolphin é que ele é um programa de código aberto, ou seja, qualquer pessoa com conhecimentos em programação pode se tornar um desenvolvedor do software, pois ele está aberto a mudanças do público. Isso ajudou o emulador a melhorar suas capacidades gráficas, além de melhorar o áudio e a interface entre os usuários, que ficou mais simples e intuitiva, permitindo que pessoas que nunca usaram emuladores se acostumem com facilidade ao Dolphin.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Extração do áudio de um arquivo de vídeo



Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

Data de Publicação: 10 de junho de 2016

www.dicas-l.com.br


O meu companheiro de caminhadas é um aparelhinho bem simples de música, o iPod Shuffle. Como eu costumo fazer caminhadas diárias de 30 a 60 minutos, eu baixo da Internet os vídeos que me interessam e extraio o aúdio, para gravar no ipod.

Existem várias maneiras de se fazer isto, mas eu gosto muito do comando avconv, pela simplicidade e rapidez:
  avconv -i arquivo_video.mp4 arquivo_audio.mp3
Outra forma:
  mplayer -dumpaudio arquivo_video.mp4 -dumpfile arquivo_audio.mp3
O programa avconv faz parte do pacote libav-tools.

Para instalar em sistemas Debian GNU/Linux e derivados, digite:
  sudo apt-get install libav-tools

sábado, 30 de abril de 2016

Colaboração: Diego Boot
Data de Publicação: 22 de abril de 2016
dicas-l.com.br

O Clementine Music Player é um moderno player de música com organizador de biblioteca, gratuito de código aberto e multiplataforma que após após dois anos de desenvolvimento finalmente chega na v1.3. O player é inspirado pelo Amarok 1.4, com foco em uma interface de fácil utilização para o dia-a-dia, rápido para procurar e tocar a suas músicas.
A nova versão vem com suporte para Podcast s incluindo integração e sincronização com serviço online gpodder.net. Os serviços Music from Soundcloud e jazzradio.com estão disponíveis no separador Internet localizado na barra lateral do player, assim como as músicas que você enviou para o Google Drive, OneDrive e outros. O Clementine Music Player também exibe agora moodbars para a música que você executar a partir do seu disco local.

Instalando o Clementine Music Player no Ubuntu

Para instalar o Clementine Player no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações, você deve fazer o seguinte:
  # Abra um terminal [no Unity use as teclas CTRL + ALT + T]
  # Adicione o repositório do programa
  sudo add-apt-repository ppa:me-davidsansome/clementine
  
  # Atualize o APT sudo
  apt-get update
  
  # Instalando o Clementine
  sudo apt-get install clementine

Desinstalando Clementine Music Player

  # Abra um terminal
  # Desinstale o programa, usando os comandos abaixo:
  
  sudo add-apt-repository ppa:me-davidsansome/clementine --remove
  sudo apt-get remove clementine
  sudo apt-get autoremove

domingo, 17 de abril de 2016

A internet não esquece


  • demigetschko

O que nos cerca muda rapidamente e nem sempre nos damos conta disso. Nos velhos tempos, por exemplo, se alguém recebia uma carta de que não gostava ou que o ofendia, podia rasgá-la ou queimá-la e ela desapareceria para sempre, sem vestígios. Hoje, com os meios baratos e quase infinitos de armazenamento eletrônico de informações, pode ser impossível nos livrarmos de um simples e-mail.

Claro que podemos apagar a mensagem que nos incomodou, mas é pouco provável que ela, de fato, suma definitivamente. Para manter a confiabilidade e garantia contra erros involuntários dos clientes, os provedores sérios de correio eletrônico guardam cópias – os “backups” – que, queiramos ou não, podem preservar coisas à nossa revelia. E sem falar do que nós mesmos colocamos impensadamente na rede e, mais tarde, concluímos que foi uma bobagem ter feito aquilo. Ah, se arrependimento matasse… Como Turiddu diz a Santuzza na ópera Cavalleria Rusticana, depois de uma acalorada discussão, “pentirsi è vano dopo l’offesa”, ou seja, é inútil penitenciar-se depois de cometer uma ofensa.

Assim, o que é colocado na internet pode tornar-se irremovível na prática: ou os próprios sistemas de armazenamento irão guardá-lo ou, se causou algum impacto bom ou mau entre os usuários, alguém terá tirado uma cópia. A conclusão é fácil de dar e difícil de cumprir, como todos os bons conselhos: não devemos colocar nada em rede aberta de que possamos nos arrepender mais tarde. Mas quem resiste à tentação de replicar algo interessante que leu, mesmo sem ter nenhuma certeza de que seja um fato real e não uma simples invenção de alguém? Minha avó usava uma expressão grega para coisas que fazemos impulsivamente e depois não mais podemos desfazer. Dizia: “pronto! caiu o açúcar na água”. Se jogarmos uma colher de açúcar num tanque de água, por mais que filtremos não conseguiremos removê-lo: sempre algo sobrará diluído lá no meio.

Essa característica da rede compromete também a eficácia de um eventual direito que se postula hoje: o direito ao esquecimento. Um parêntese aqui: como engenheiro, tenho sérias dúvidas lógicas de como poderíamos ter direito sobre algo que não está em nosso controle. Eu, certamente, tenho direito de esquecer – e certamente esquecerei – coisas que estão em minha memória, mas não imagino como ter direito a que você esqueça coisas que estão na sua memória. Mesmo que esse “sua” se refira à internet.

Bem, supondo que esse direito exista, líquido e certo, não há como magicamente apagar todas as referências a algo na rede. Mesmo que os buscadores recebam ordens para ignorar o tal conteúdo e não indexá-lo, em algum lugar estará armazenado, pronto para sair à luz num momento futuro.

Hoje, quando floresce o narcisismo e o individualismo, popula-se a rede com autofotografias nas mais variadas situações, às vezes para documentar, muitas vezes só para satisfazer o ego. O demônio, pela boca de Al Pacino no filme Advogado do Diabo, afirma categoricamente: “vaidade é meu pecado preferido”. A internet não esquece, e aí é que mora o perigo.


Autor:
DEMI GETSCHKO

Membro do Hall da Fama da Internet, o engenheiro eletricista é um dos pioneiros da internet no Brasil. Foi diretor de tecnologia da Agência Estado, empresa do Grupo Estado; e por dois períodos diretor da ICANN. Escreve quinzenalmente nas edições de segunda-feira do Link, no Estadão.



sábado, 16 de abril de 2016

Aprenda como mover apps do Android para o cartão de memória








Acesse as configurações do Android

Passo 2. Para mover um aplicativo, toque sobre ele e, em seguida, toque em “Mover para cartão SD”;




Movendo aplicativo para o cartão SD 

Passo 3. Repita o procedimento acima para todos os aplicativos que você deseja mover para o cartão. Para mover suas fotos, músicas e filmes, volte às configurações do Android e toque em “Armazenamento”;




Acesse as configurações de armazenamento


Passo 4. Deslize a tela até o fim e toque em “Mover mídia”. Por fim, selecione o que você deseja mover para o cartão e toque em “Mover”. Feito isso, lembre-se de ejetar o cartão de memória antes de removê-lo do aparelho.



Movendo mídia do celular para o cartão SD


Pronto! Dessa forma, você poderá usar o cartão de memória para armazenar seus aplicativos, fotos e músicas e liberar espaço no aparelho.

Por que os programas de Linux são mais leves e estáveis que os do Windows


Dionatan Simioni


Estava falando a poucos dias com um amigo sobre o gerenciamento de pacotes do Ubuntu ( APT-GET ) e comparando um pouco com o Windows, falando sobre a instalação de programas, ele me indagou porque a maioria dos softwares do Ubuntu eram muito menores em tamanho do que a maioria dos softwares para Windows, um exemplo disso:


VLC Media Player para Windows - 23 MB


VLC Media Player para Ubuntu - 3,6 MB

Ambos exatamente com as mesmas funcionalidades, então resolvi escrever este artigo para explicar um pouco como funciona o gerenciamento de pacotes do Ubuntu ( e de praticamente qualquer distro ) e compará-lo ao que sabemos do Windows.


Windows e o inferno das DLLs
Dynamic-link library (biblioteca de vínculo dinâmico) ou simplesmente DLL é um sistema desenvolvido pela Microsoft para o compartilhamento de Bibliotecas entre Softwares no Windows, um exemplo disso as as DLLs do DirectX que são acessadas por qualquer programa que as exija, sem que, teoricamente seja necessário instalar o DirectX a cada programa.


Eu digo teoricamente porque se você já tentou instalar algum game ou software que exija desempenho gráfico do Windows deve ter instalado junto o DirectX pois ele mesmo trazia o software, e isso não se limita ao DX não, praticamente qualquer software precisa de DLL específicas para rodar e como o desenvolvedor do software não sabe em qual Windows o software irá rodar é mais seguro incluir as DLLs que o programa precisa diretamente na instalação do programa, aumentando assim o seu tamanho, afinal não tem explicação o Photoshop pesar mais de 1 GB quando instalado completo e o GIMP pesar 76 MB com praticamente as mesmas funcionalidades.


Os problemas começam a ocorrer quando você começa a instalar muitos programas, muitas vezes eles precisam de uma versão muito específica de uma DLL e pode ter o mesmo nome de outra que já está instalada ( mas que não é igual!) e então essa DLL antiga será substituída pela nova, fazendo um programa funcionar e prejudicando o desempenho de outro, quando você desinstala o programa as DLL do mesmo ficam normalmente dentro da pasta System32 mesmo que o programa não esteja mais no computador, acumulando lixo no sistema e por sua vez deixando-o mais lento, o estranho disso é que as DLL são arquivos teoricamente "inabríveis" ou seja, não dá para saber o que há dentro delas.


S.O. ( Shared Objects)

Um sistema Linux como o Ubuntu usa um sistema de gerenciamento de software mais inteligente, no caso o APT, e não existem DLLs no sistema, existem Libs, que seria algo equivalente, e os SO ( System Objects) ou ainda o KO ( Kernel Objects), o próprio sistema traz uma coleção ampla de bibliotecas e tem um compartilhamento de bibliotecas entre software mais aprimorado.

Quando você for instalar um programa como o VLC, independentemente se você for instalar via terminal ou Central de Programas, o apt-get verifica uma lista de dependências para o pacote do VLC, ele observa quais são as Libs que e VLC precisa para rodar, então ele verifica se essas lib.so em questão já está instalada, se está ele simplesmente não será baixado novamente, caso não esteja o apt-get se encarregará de baixá-la, e assim sucessivamente até suprir todas as dependências do programa e por final instale o programa em si, como resultado temos uma instalação mais rápida, ocupando menos espaço no HD e sem gastar muita memória RAM, você que entende de informática também deve ter percevido o absurdo que é o Windows pedir 20 GB de HD para instalar o sistema e vir sem a maioria dos programas necessários e o Ubuntu com tudo instalado e pronto pra funcionar mal ocupar 10 GB, isso já incluindo uma Suíte Office, navegador, codecs para vídeos, etc, isso mostra claramente um melhor aproveitamento de bibliotecas compartilhadas, ou seja, vários programas usam os mesmos arquivos para funcionar.


O sistema apt-get também mantém o controle de quantas aplicações precisam de uma lib.so de modo que se você remover VLC ( seguindo o nosso exemplo), ele não removerá a tal lib a não ser que nenhum programa esteja usando ela, caso ela seja dispensada ela vai embora com o programa e não fica entulhando o sistema, dando a você como único trabalho de limpeza remover o cache de aplicativos e um log aqui e outro acolá.

gPodder - Gerenciador de podcasts - Instalação e Review





Colaboração: Diego Boot

Data de Publicação: 15 de abril de 2016
Fonte dicas-l.com.br 

Agora se tornou muito fácil encontrar episódios de podcasts que tratam de diferentes assuntos que nos interessam. Assim, acabamos fazendo o download de muitos deles e nos desorganizando, sem saber quais já escutamos e se já saiu um novo episódio.

Explicando rapidamente o que é podcast. Trabalho com um feed RSS exclusivamente dedicado a programas de rádio, informando sobre upgrades e permitindo uma ouvir ou baixar rapidamente o arquivo correspondente (áudio ou vídeo). E a verdade é que no Linux não tem qualquer mistério: muitos player de música e serviços on-line suportam esta tecnologia, que finalmente saiu das sobras do browser para serem apreciados.

O gPodder pode auxiliar no gerenciamento desses podcasts. Ele baixa e organiza os áudios, de forma eficiente, para que o usuário não perca tempo realizando essa tarefa cansativa.

No entanto, com o fenômeno do multi-dispositivo em acensão, uma exigência tornou-se muito valiosa: a sincronização e gerenciamento de podcast nesses dispositivos que estão conectados e em constantes mudanças atualização de capítulos, fontes adicionadas, etc. para serem replicados automaticamente através da nuvem. E como se isso no Linux? Novamente, de várias maneiras.

A recomendação mais simples seria iVoox, conhecido portal de podcast. No PC, você pode usado via browser e oferece também aplicativos móveis gratuitos. É definitivamente uma opção muito interessante, mas pode ser melhorado? Depende, mas se você gosta do fator de personalização, aderindo ao software livre você não leva susto e não se complica nenhum um pouco gPodder é a resposta.

O gPodder é um aplicativo gratuito para gerenciar seus podcasts, ele é compatível com qualquer distribuição Linux, além das plataformas Windows, Mac OS X e Android. O software possui duas grandes vantagens, sendo que o gPodder não armazena os podcasts em seus próprios servidores, a API é aberta para aplicações de terceiros e de caráter comunitário, ou seja, o software é open source e vovê pode conferir o repositório clicando aqui.

Em termos dos benefícios ao usar o gPodder, além do cliente oficial para Linux, o programa lhe permite definir seus players favoritos que no meu caso são o n7player para áudio e o VLC para vídeos, o mesmo tipo de configuração pode ser aplicada no telefone seus smartphone Android, somente com o app oficial.

Temos ainda o gpodder.net que é um serviço web gratuito que permite o gerenciamento de suas assinaturas de podcast e a descoberta de novos conteúdos. Se você costuma usar vários dispositivos, através desse você pode sincronizar assinaturas e seu progresso de áudios e vídeos. Com a conta no serviço web você também pode compartilhar sua lista de podcasts via arquivos opml, xml e rss ou mesmo por link direto.